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Permalink Responder até Maria José Dias em 29 novembro 2011 at 14:09
eu não sabia!!!!!O caramba! Caracoles!!!!! então eu tenho falado do assunto e nunca tinha lido isto!!!!!!!
Agora que vi a data compreendo o que se terá passado!! era uma altura de muita actividade para o Dia Mundial da ELA!!
OBRIGADA TEKAS POR ESTA OFERTA QUE FAZES A QUEM NÃO PODE SEGURAR LIVRO E A QUEM ESTÁ MUITO LONGE!!
Permalink Responder até Tekas em 2 dezembro 2011 at 18:00
OBRIGADA digo eu ao JP por se ter disponibilizado a enviá-lo a quem pedir...
Gosto de partilhar conhecimentos que vou adquirindo... e se forem vividos na 1ª pessoa então...
Beijo grande a todos...
Permalink Responder até Vitor em 3 dezembro 2011 at 3:23
Já li esse livro já à algum tempo, gostei, parabéns.
Quando diz que leu na internet que a generalidade as pessoas só duravam 4 anos após o diagnóstico, penso ser um pouco exagerado, mas tudo bem.
Quando a Srª teve os seus sintomas pela primeira vez no ano 2003, já eu os sentia no corpo à 5 anos aproximadamente. Essa de estar possuída por um espírito também gostei, pois a minha velha também acha isso, kkkk, a cama abanar eu também sinto isso, são contracções musculares, nada de espíritos, hahaha. Se fosse um espírito de um rapaz que morreu com ELA, como ele lhe disse, a doença também desaparecia não acha!?, pelos vistos não foi isso que aconteceu.
Cumprimentos.
Permalink Responder até maria joao semiao em 3 dezembro 2011 at 22:23
boa noite
penso que por vezes as pessoas confundem espíritos com energias negativas.
quando se diz trabalhos ou serviços encomendados, é uma forma de chantagem á nossa consciência.
beijinhos a todos
MJ
Permalink Responder até Vitor em 3 dezembro 2011 at 23:17
Eu acredito que há pessoas que nos fazem mal, aliás tenho a certeza, mas estão bem vivos, agora mortos só em filmes de terror, ficção, suspense, etc, kkkkkkkkk...
Permalink Responder até Maria José Dias em 21 abril 2012 at 22:31
não sei o que se passa com esta página!! não consigo obter o link!!
pronto assim ao escrever um comentário já volta para a pagina principal!!!
JP como estã os preços dos livros da Tekas e da São?! mantêm-se ou alteraram-se!!?
Vou colocar aqui a negrito o teu mail tá bem?!
"Assim, as pessoas interessadas em receber esta versão do livro, deverão enviar um e-mail para jpmaisp@gmail.com (é a minha concorrida caixa de correio JP+P) , pedindo o seu envio. Nada mais fácil!"
Permalink Responder até Vitor em 21 abril 2012 at 22:39
Mas ainda não intendi, não iam disponibilizar o livro digital gratuito?
Permalink Responder até Maria José Dias em 21 abril 2012 at 22:45
VITOR SÓ É GRATUITO PARA O INTERCONTINENTAL! A TEKAS PRECISA DE COBRIR OS GASTOS NÃO PODE SER GRATUITO! A VERSÃO PAPEL TEM QUE SER PAGA!!
O JP EXPLICA MELHOR...;)
Permalink Responder até Vitor em 21 abril 2012 at 23:06
Sim, mas não intendeste, o livro em papel eu compreendo, mas o digital não compreendo, se ela passar o livro digital para alguém, o que já o fez, ele poderá ser partilhado facilmente por todos. Se ela queria preservar os direitos do livro não enviava a versão digital para ninguém. Neste caso como já o fez não vejo nenhuma razão para não partilhar com todos.
Ora bem , uma coisa é um livro estar on line, para quem o quer copiar, outra é entrar em contato e pedi-lo. E depois recebê-lo em versão pdf, sem custos! Para quem está além fronteiras e para quem apenas lê através do computador, a versão informática é bastante importante. Enquanto houver edição em papel é importante que se vão vendendo uns exemplares, para pagar a edição e para angariação de fundos. A versão informática poderia ter também um preço, mas a ideia é dá-la a quem está a passar um mau bocado. É assim para o livro da Tekas e é assim para o livro da São, mas outras pessoas poderão optar por outros sistemas de distribuição.
Já depois a partilha por quem o recebeu, ou por quem o comprou e digitalizou, aí já não há nada a fazer. Mas no fundo a ideia é haver um contato personalizado, para se saber por onde anda e qual a procura. Daí ser necessário pedir!
(aproveito e respondo à Maria José) Os preços mantêm-se em euros, enquanto esta moeda persistir em Portugal, mas já não falta muito para voltarmos ao escudo... que saudades de dizer : "Deves-me quinhentos paus, pá!".
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